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	<title>O Poder da Informação</title>
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		<title>Artigo sobre o texto “A Educação Estética” de Lev S. Vygotski</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Nov 2011 23:06:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielcintra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Nós poderíamos ser muito melhores se não quiséssemos ser tão bons.” Freud No capítulo XIII do livro “Psicologia Pedagógica” o pensador Lev S. Vygotsky traz à reflexão o conceito da educação estética. Comumente utilizada pelo professor como um meio para que o aluno chegue em uma moral específica (pré-estabelecida), essa educação estética é combatida pelo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poderdainformacao.wordpress.com&amp;blog=3009652&amp;post=394&amp;subd=poderdainformacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:right;" dir="ltr"><em>“Nós poderíamos ser muito melhores se não quiséssemos ser tão bons.”</em> <strong>Freud</strong></p>
<p dir="ltr">No capítulo XIII do livro “Psicologia Pedagógica” o pensador Lev S. Vygotsky traz à reflexão o conceito da educação estética. Comumente utilizada pelo professor como um meio para que o aluno chegue em uma moral específica (pré-estabelecida), essa educação estética é combatida pelo autor durante seu texto. Compelido pelos exemplos que já demonstravam uma falha educacional no período histórico em que viveu &#8211; ainda presente na atualidade &#8211; que faz com que o aluno chegue a uma moral correta, estipulada pelo professor, Vygotsky apresenta uma gama de argumentos contrários a essa metodologia de ensino.</p>
<p dir="ltr">Realmente cabe uma reflexão mais aprofundada sobre qual o papel do professor na construção do conhecimento que o aluno realizará dentro da escola, uma vez que a “tarefa” do aluno dentro do ensino tradicional fragmentado é descobrir o que o professor espera que ele descubra. Sua problematização se aprofunda quando questiona &#8211; com base nos exemplos que coloca &#8211; a literatura infantil, conhecidamente inserida num universo lúdico, altamente ilusório, onde a criança deve resgatar os valores morais acerca do que está sendo proposto.</p>
<p dir="ltr">O que fazer quando obras indiscutivelmente “éticas” exercem um efeito moralmente prejudicial à psique da criança?</p>
<p dir="ltr">A partir dessa reflexão o autor segue sistematizando seus argumentos com o intuito de reforçar a ideia de que</p>
<p dir="ltr">“a obra de arte nunca reflete a realidade em toda sua plenitude e verdade real, mas é um produto sumamente complexo da elaboração dos elementos da realidade, de incorporação a essa realidade de uma série de elementos inteiramente estranhos à ela” (Pág. 329). Sendo assim, ao dotar o aluno apenas para que tenha capacidade de identificar e reproduzir uma emoção oriunda do seu professor, ou até mesmo do autor da obra se estendermos à reflexão, esse tipo de ensino acaba por reprimir qualquer criatividade emotiva que o aluno possa ter. Como diz, é preciso identificar a tristeza, para poder superá-la.</p>
<p dir="ltr">A ruptura no pensamento que Vygotsky propõe se baseia no papel do professor em primeiramente identificar no aluno essa emoção original ao lidar com uma obra de arte, seja ela literária ou não, para somente assim, poder direcioná-la, de modo que o aluno consiga desenvolver plenamente seu potencial criativo.</p>
<p dir="ltr">Acredito que essa educação estética deva estar estreitamente relacionada a todo contexto (histórico, político, social, cultural) em que o alunos e professores encontram-se inseridos, e a partir daí o dever do professor é estimular no aluno essa capacidade que ele teria para transcender esse meio em que se encontra inserido. A vivência concreta daquele momento de contemplação da obra de arte, a emoção original sentida pelo aluno, não pode ser reprimida pelo professor, uma vez que é bem mais significativa do que o imaginário idealizado pelo mesmo. Nesse ponto cabe ressaltar que essa reflexão pode ser estendida ao próprio autor da obra, quando tentamos adivinhar o que ele estava “querendo dizer”.</p>
<p dir="ltr">Esse texto consegue abrir nossos olhos para uma prática que é bastante comum na educação tradicional de nosso tempo. Dentro de uma metodologia de ensino fragmentada torna fácil se desvincular a educação da realidade dos indivíduos, e assim, a possibilidade dele conseguir desenvolver um pensamento crítico, a partir do que observa em seu dia-a-dia, acaba por se reduzir também. O indivíduo é levado a acreditar que é senhor dos seus atos e pensamentos, quando na verdade apenas os reproduz com base em apenas um único quinhão da realidade. Oscar Wilde, uma vez disse “muitas pessoas são outras, seus pensamentos são geralmente as opiniões de outros, suas vidas, uma imitação, suas paixões, uma citação.” E é isso o que acontece com indivíduos condicionados a encontrar sempre o que o outro espera deles, e nunca o que ele mesmo espera.</p>
<p dir="ltr">Na tentativa de descobrir o que o professor quer passar o aluno acaba suprimindo seus pensamentos originais, às vezes, capazes de fornecer uma nova maneira de olhar sobre o objeto estudado.</p>
<p dir="ltr">Por fim, tenho que dizer que a partir da formação que tive (foco em tecnologias da informação e comunicação) penso que a estética deva levar em consideração características como originalidade (a atenção inicial é, por muitas vezes, despertada pela originalidade da pessoa/produto/serviço), relevância para com o usuário da tecnologia/produto/serviço, e simplicidade e praticidade, uma vez que o objetivo deve ser alcaçado da maneira mais rápida, havendo a menor quantidade de ruído/interferência que se puder.</p>
<p dir="ltr">Há diversas outras considerações que Vygotsky faz que podem ser refletidas a partir da leitura desse mesmo texto &#8211; principalmente quando questiona o modelo diferenciado de ensino entre aqueles que são talentosos e os que são medianos &#8211; mas, com receio de começar mais uma reflexão que torne o texto longo demais acredito que devo finalizar o trabalho. No entanto, prefiro encerrá-lo com um questionamento que me acompanhou durante toda execução do trabalho, e que infelizmente não pude extrair uma resposta com base na leitura que fiz do texto. Partindo do pressuposto que o homem sofre influências do seu meio, que vão condicionar sua visão de mundo, como fazer com que ele deixe de influenciar seus iguais através de seus próprios valores morais?</p>
<p dir="ltr">Recomendo o vídeo <a href="http://www.youtube.com/watch?v=LWG0OMEruJg">RSA Animate &#8211; Mudando Paradigmas na Educação</a></p>
<hr />
<p dir="ltr">O olho do observador interfere no objeto observado. Anônimo</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/poderdainformacao.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/poderdainformacao.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/poderdainformacao.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/poderdainformacao.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/poderdainformacao.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/poderdainformacao.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/poderdainformacao.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/poderdainformacao.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/poderdainformacao.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/poderdainformacao.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/poderdainformacao.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/poderdainformacao.wordpress.com/394/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/poderdainformacao.wordpress.com/394/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/poderdainformacao.wordpress.com/394/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poderdainformacao.wordpress.com&amp;blog=3009652&amp;post=394&amp;subd=poderdainformacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A evolução do ser humano</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Dec 2010 12:12:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielcintra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consciência]]></category>
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		<description><![CDATA[Mesmo trabalhando como nunca trabalhei antes, o que me faz não ter tempo de postar aqui no blog, certas coisas ainda me impelem a vir escrever aqui. Fico muito feliz por encontrar, e consequentemente poder compartilhar a parábola que li em um livro nessa semana. Há alguns anos, um &#8220;buscador&#8221; aproximou-se de um Mestre da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poderdainformacao.wordpress.com&amp;blog=3009652&amp;post=348&amp;subd=poderdainformacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo trabalhando como nunca trabalhei antes, o que me faz não ter tempo de postar aqui no blog, certas coisas ainda me impelem a vir escrever aqui. Fico muito feliz por encontrar, e consequentemente poder compartilhar a parábola que li em um livro nessa semana.</p>
<p><a href="http://poderdainformacao.files.wordpress.com/2010/12/prdosol3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-351" title="Por uma consciência cósmica" src="http://poderdainformacao.files.wordpress.com/2010/12/prdosol3.jpg?w=287&#038;h=300" alt="" width="287" height="300" /></a></p>
<p>Há alguns anos, um <em>&#8220;buscador&#8221;</em> aproximou-se de um Mestre da Arte Real (um verdadeiro Místico) e perguntou-lhe:</p>
<p>- Mestre, gostaria muito de saber por que razão os seres humanos guerreiam-se e por que não conseguem entender-se, por mais que apregoem estar buscando a Paz e o entendimento, por mais que preguem o Amor e por mais que afirmem abominar o ódio.</p>
<p>- Essa é uma pergunta muito séria. Gerações e gerações têm-na feito e não se conseguiu uma resposta satisfatória, por não se darem conta de que tudo é uma questão de nível evolutivo. A grande maioria da Humanidade do Planeta Terra está vivendo atualmente no nível 1. Muitos outros, no nível 2 e alguns outros no nível 3. Essa é a grande maioria. Alguns poucos já conseguiram atingir o nível 4, e pouquíssimos o nível 5, raríssimos o nível 6 e somente de mil em mil anos aparece algum que atingiu o nível 7.</p>
<p>- Mas, Mestre, que níveis são esses?</p>
<p>- Não adiantaria nada explicá-los, pois além de não entender, também, logo em seguida, você os esqueceria e também a explicação. Assim, prefiro levá-lo numa viagem mental para realizar uma série de experimentos e aí, tenho certeza, você vivenciará e saberá exatamente o que são esses níveis, cada um deles, nos seus mínimos detalhes.</p>
<p>Colocou então as pontas de dois dedos na testa do consulente e, imediatamente, ambos estavam em outro local, em outra dimensão do Espaço e do Tempo. O local era uma espécie de bosque e, um homem se aproximava deles. Ao chegar mais perto, disse-lhe o Mestre:</p>
<p>- Dê-lhe um tapa no rosto.</p>
<p>- Mas por quê? Ele não me fez nada&#8230;</p>
<p>- Faz parte do experimento. Dê-lhe um tapa, não muito forte, mas dê-lhe um tapa!</p>
<p>E o homem aproximou-se mais do Mestre e do consulente. Este, então, chegou até o homem, pediu-lhe que parasse e, sem nenhum aviso, deu-lhe um tapa que estalou. Imediatamente, como se fosse feito de mola, o desconhecido revidou com uma saraivada de socos e o consulente foi ao chão, por causa do inesperado do ataque.</p>
<p>Instantaneamente, como num passe de mágica, o Mestre e o consulente já estavam em outro lugar, muito semelhante ao primeiro e outro homem se aproximava. O Mestre, então comentou:</p>
<p>- Agora, você já sabe como reage um homem do nível 1. Não pensa. Age mecanicamente. Revida sem pensar. Aprendeu a agir dessa maneira e esse aprendizado é tudo para ele, é o que norteia sua vida, é sua &#8220;muleta&#8221;. Agora, você testará da mesma maneira o nosso companheiro que vem ai, do nível 2.</p>
<p>Quando o homem se aproximou, o consulente pediu que parasse e lhe deu um tapa. O homem ficou assustado, olhou para o consulente, mediu-o de cima a baixo e, sem dizer nada, revidou com um tapa, um pouco mais forte.</p>
<p>Instantaneamente, já estavam em outro lugar muito semelhante ao primeiro.</p>
<p>- Agora você já sabe como reage um homem do nível 2. Pensa um pouco, analisa superficialmente a situação, verifica se está à altura do adversário e aí, então, revida. Se se julgar mais fraco, não revidará imediatamente, pois irá revidar à traição. Ainda é carregado pelo mesmo tipo de &#8220;muleta&#8221; usada pelo homem do nível 1. Só que analisa um pouco mais as coisas e fatos da vida. Entendeu? Repita o mesmo com esse que vem chegando.</p>
<p>A cena repetiu-se. Ao receber o tapa, o homem parou, olhou para o consulente e assim falou:</p>
<p>- O que é isso, moço?&#8230; Mereço uma explicação, não acha? Se não me explicar direitinho por que razão me bateu, vai levar uma surra! Estou falando sério!</p>
<p>- Eu e o Mestre estamos realizando uma série de experimentos e este experimento consta exatamente em fazer o que fiz, ou seja, bater nas pessoas para ver como reagem.</p>
<p>- E querem ver como reajo?</p>
<p>- Sim. Exatamente isso&#8230;</p>
<p>- Já reparou que não tem sentido?</p>
<p>- Como não? Já aprendemos ótimas lições com as reações das outras pessoas. Queremos saber qual a lição que você irá nos ensinar&#8230;</p>
<p>- Ainda não perceberam que isso não faz sentido? Por que agredir as pessoas assim, gratuitamente?</p>
<p>- Queremos verificar &#8211; interferiu o Mestre &#8211; as reações mais imediatas e primitivas das pessoas. Você tem alguma sugestão ou consegue atinar com alguma alternativa?</p>
<p>- De momento, não me ocorre nenhuma. De uma coisa, porém, estou certo: esse teste é muito bárbaro, pois agridem os outros. Estou realmente muito assustado e chocado com essa ação de vocês, que parecem pessoas inteligentes e sensatas. Certamente deverá haver algo menos agressivo e mais inteligente. Não acham?</p>
<p>- Enfim &#8211; perguntou o buscador &#8211; como você vai reagir? Vai revidar? Ou vai nos ensinar uma outra maneira de conseguir aprender o que desejamos?</p>
<p>- Já nem sei se continuo discutindo com vocês, pois acho que estou perdendo meu tempo. São dois malucos e tenho coisas mais importantes para fazer do que ficar conversando com dois malucos. Afinal, meu tempo é precioso demais e não vou desperdiçá-lo com vocês. Quando encontrarem alguém que não seja tão sensato e paciente como eu, vão aprender o que é agredir gratuitamente as pessoas. Que outro, em algum lugar, revide por mim. Não vou nem perder meu tempo com vocês, pois não merecem meu esforço&#8230; São uns perfeitos idiotas&#8230; Imagine só, dar tapas nos outros&#8230; Besteira&#8230; idiotice&#8230; falta do que fazer&#8230; E ainda querem me convencer de que estão buscando conhecimento&#8230; Picaretas! Isso é o que vocês são! Uns picaretas! Uns charlatães!</p>
<p>Imediatamente, aquela cena apagou-se e já se encontravam em outro lugar, muito semelhante a todos os outros. Então, o Mestre comentou:</p>
<p>- Agora você já sabe como age o homem do nível 3. Gosta de analisar a situação, discutir os pormenores, criticar tudo, mas não apresenta nenhuma solução ou alternativa, pois ainda usa as mesmas &#8220;muletas&#8221; que os outros dois anteriores também usavam. Prefere deixar tudo <em>&#8220;pra lá&#8221;</em>, pois <em>&#8220;não tem tempo&#8221;</em> para se aborrecer com a ação, que prefere deixar para os<em> &#8220;outros&#8221;</em>.</p>
<p>É um erudito e teórico que fala muito, mas que age muito pouco e não apresenta nenhuma solução para nenhum problema, a não ser a mais óbvia e assim mesmo, olhe lá&#8230; É um medíocre enfatuado, cheio de erudição, que se julga o <em>&#8220;Dono da Verdade&#8221;</em>, que se acha muito <em>&#8220;entendido&#8221;</em> e que reclama de tudo e só sabe criticar. É o mais perigoso de todos, pois costuma deter cargos de comando, por ser, geralmente, portador de algum diploma universitário em nível de bacharel (mais outra &#8220;muleta&#8221;) e se pavoneia por isso.</p>
<p>Possui instrução e muita erudição. Já consegue ter um pouquinho mais de percepção das coisas, mas é somente isso. Ainda precisa das &#8220;muletas&#8221; para continuar vivendo, mas começa a perceber que talvez seja melhor andar sem elas. No entanto, por <em>&#8220;preguiça vital&#8221;</em> e simples falta de força de vontade, prefere continuar a utilizá-las. De resto, não passa de um medíocre enfatuado que sabe apenas argumentar e tudo criticar. Vamos agora saber como reage um homem do nível 4. Faça o mesmo com esse que aí vem.</p>
<p>E a cena repetiu-se. O caminhante olhou para o buscador e perguntou:</p>
<p>- Por que você fez isso? Eu fiz alguma coisa errada? Ofendi você de alguma maneira? Enfim, gostaria de saber por que motivo você me bateu. Posso saber?</p>
<p>- Não é nada pessoal. Eu e o Mestre estamos realizando um experimento para aprender qual será a reação das pessoas diante de uma agressão imotivada.</p>
<p>- Pelo visto, já realizaram este experimento com outras pessoas. Já devem ter aprendido muito a respeito de como reagem os seres humanos, não é mesmo?</p>
<p>- É&#8230; Estamos aprendendo um bocado. Qual será sua reação? O que pensa de nosso experimento? Tem alguma sugestão melhor?</p>
<p>- Hoje vocês me ensinaram uma nova lição e estou muito satisfeito com isso e só tenho a agradecer por me haverem escolhido para participar deste seu experimento. Apenas acho que vocês estão correndo o risco de encontrar alguém que não consiga entender o que estão fazendo e revidar a agressão. Até chego a arriscar-me a afirmar que vocês já encontraram esse tipo de pessoa, não é mesmo? Mas também se não corrermos algum risco na vida, nada jamais poderá ser conseguido em termos de evolução. Sob esse ponto de vista, a metodologia experimental que vocês imaginaram é tão boa como outra qualquer. Já encontraram alguém que não entendesse o que estão a fazer e igualmente reações hostis, não é mesmo? Por outro lado, como se trata de um aprendizado gostaria muito de acompanhá-los para partilhar desse aprendizado. Aceitaria-me como companheiro de jornada? Gostaria muito de adquirir novos conhecimentos. Posso ir com vocês?</p>
<p>- E se tudo o que dissemos for mentira? E se estivermos mal-intencionados? &#8211; perguntou o Mestre &#8211; Como reagiria a isso?</p>
<p>- Somente os loucos fazem coisas sem uma razão plausível. Sei muito bem distinguir um louco de um são e, definitivamente, tenho a mais cristalina das certezas de que vocês não são loucos. Logo, alguma razão vocês deverão ter para estarem agredindo gratuitamente as pessoas&#8230; Essa razão que me deram é tão boa e plausível como qualquer outra. Seja ela qual for, gostaria de seguir com vocês para ver se minhas conjecturas estão certas, ou seja, de que falaram a verdade e, se assim for, compartilhar da experiência de vocês. Enfim, desejo aprender cada vez mais, e esta é uma boa ocasião para isso. Não acham?</p>
<p>Instantaneamente tudo se desfez e logo estavam em outro ambiente, muito semelhante aos anteriores. O Mestre assim comentou:</p>
<p>- O homem do nível 4 já está bem distanciado e se desligando gradativamente dos afazeres mundanos. Já sabe que existem outros níveis mais baixos e outros mais elevados e está buscando apenas aprender mais e mais para evoluir, para tornar-se um sábio. Não é, em absoluto, um erudito (embora até mesmo possa possuir algum diploma universitário) e já compreende bem a natureza humana para fazer julgamentos sensatos e lógicos. Por outro lado, possui uma curiosidade muito grande e uma insaciável sede de conhecimentos. E isso acontece porque abandonou suas &#8220;muletas&#8221; há muito pouco tempo, talvez há um mês ou dois. Ainda sente falta delas, mas já compreendeu que o melhor mesmo é viver sem elas.</p>
<p>Dentro de muito pouco tempo, só mais um pouco de tempo, talvez mais um ano ou dois, assim que se acostumar, de fato, a sequer pensar nas &#8220;muletas&#8221;, estará realmente começando a trilhar o caminho certo para os próximos níveis. Mas vamos continuar com o nosso aprendizado. Repita o mesmo com este homem que aí vem, e vamos ver como reage um homem do nível 5.</p>
<p>O tapa estalou.</p>
<p>- Filho meu&#8230; Eu bem o mereci por não haver percebido que estavas necessitando de ajuda. Em que te posso ser útil?</p>
<p>- Não entendi&#8230; Afinal, dei-lhe um tapa. Não vai reagir?</p>
<p>- Na verdade, cada agressão é um pedido de ajuda. Em que te posso ajudar, filho meu?</p>
<p>- Estamos dando tapas nas pessoas que passam, para conhecermos suas reações. Não é nada pessoal&#8230;</p>
<p>- Então, é nisso que te posso ajudar? Ajudar-te-ei com muita satisfação pedindo-te perdão por não haver logo percebido que desejas aprender. É meritória tua ação, pois o saber é a coisa mais importante que um ser humano pode adquirir. Somente por meio do saber é que o homem se eleva. E se estás querendo aprender, só tenho elogios a te oferecer. Logo aprenderás a lição mais importante que é a de ajudar desinteressadamente as pessoas, assim como estou a fazer com vocês neste momento. Ainda terás um longo caminho pela frente, mas se desejares, posso ser o teu guia nos passos iniciais e te poupar de muitos transtornos e dissabores. Sinto-me perfeitamente capaz de guiar-te nos primeiros passos e fazer-te chegar até onde me encontro. Daí para diante, faremos o restante do aprendizado juntos. O que achas da proposta? Aceitas-me como teu guia?</p>
<p>Instantaneamente a cena se desfez e logo se viram em outro caminho, um pouco mais agradável do que os demais, e o Mestre assim se expressou:</p>
<p>- Quando um homem atinge o nível 5, começa a entender que a Humanidade em geral, digamos, o homem comum, é como uma espécie de adolescente que ainda não conseguiu sequer se encontrar e, por esse motivo, como todo e qualquer bom adolescente, é muito inseguro e, devido a essa insegurança, não sabe como pedir ajuda e agride a todos para chamar atenção sobre si mesmo e pedir, então, de maneira velada e indireta, a ajuda de que necessita. O homem do nível 5 possui a sincera vontade de ajudar e de auxiliar a todos desinteressadamente, sem visar vantagens pessoais. É como se fosse uma Irmã Dulce ou uma Madre Teresa de Calcutá da vida. Sabe ser humilde e reconhece que ainda tem muito a aprender para atingir níveis evolutivos mais elevados. E deseja partilhar gratuitamente seus conhecimentos com todos os seres humanos. Compreende que a imensa maioria dos seres humanos usa &#8220;muletas&#8221; diversas e procura ajudá-los, dando-lhes exatamente aquilo que lhe é pedido, de acordo com a &#8220;muleta&#8221; que estão usando ou com o que lhes é mais acessível no nível em que se encontram. A partir do nível 5, o ser humano adquire a faculdade de perceber em qual nível o seu interlocutor se encontra. Agora, dê um tapa nesse homem que aí vem. Vamos ver como reage o homem do nível 6.</p>
<p>E o buscador iniciou o ritual. Pediu ao homem que parasse e lançou a mão ao seu rosto. Jamais entenderá como o outro, com um movimento quase instantâneo, desviou-se e a sua mão atingiu apenas o vazio.</p>
<p>- Meu filho querido! Por que você queria ferir-se a si mesmo? Ainda não aprendeu que agredindo os outros, você estará agredindo a si mesmo? Você ainda não conseguiu entender que a Humanidade é um organismo único e que cada um de nós é apenas uma pequena célula desse imenso organismo? Seria você capaz de provocar, deliberadamente, em seu corpo um ferimento que vai doer muito e cuja cicatrização orgânica e psíquica vai demorar muito e causará muito sofrimento inútil?</p>
<p>- Mas estamos realizando um experimento para descobrir qual será a reação das pessoas a uma agressão gratuita.</p>
<p>- Por que você não aprende primeiro a amar? Por que, em vez de dar um tapa, não dá um beijo nas pessoas? Assim, em lugar de causar-lhes sofrimento, estará demonstrando Amor. E o Amor é a Energia mais poderosa e sublime do Universo&#8230; Se você aprender a lição do Amor, logo poderá ensinar Amor para todas as outras células da Humanidade, e tenho a mais concreta certeza de que, em muito pouco tempo, toda a Humanidade será um imenso organismo que distribuirá Amor por todo o Planeta e daí, por extensão, emitirá vibrações de Amor para todo o Universo. Eu amo a todos como amo a mim mesmo. No instante em que você compreender isso, passará a amar a si mesmo e a todos os demais seres humanos da mesma maneira e terá aprendido a Regra de Ouro do Universo: Tudo é Amor! A vida é Amor! Nós somos centelhas de Amor! E por tanto amar você, jamais poderia permitir que você se ferisse, agredindo a mim. Se você ama uma criança, jamais permitirá que ela se machuque ou se fira, porque ela ainda não entende que se agir de determinada maneira perigosa irá ferir-se e irá sofrer. Você a ampararia, não é mesmo? Você deverá aprender, em primeiro lugar a Lição do Amor, a viver o Amor em toda a sua plenitude, pois o Amor é tudo e, se você está vivo, deve sua vida a um Ato de Amor. Pense nisso, medite muito sobre isso. Dê Amor gratuitamente. Ensine Amor com muito Amor e logo verá como tudo a seu redor vai ficar mais sublime, mais diáfano, pois você estará flutuando sob os influxos da Energia mais poderosa do Universo, que é o Amor. E sua vida será sublime&#8230;</p>
<p>Instantaneamente, tudo se desfez e se viram em outro ambiente, ainda mais lindo e repousante do que este último em que estiveram. Então o Mestre falou:</p>
<p>- Este é um dos níveis mais elevados a que pode chegar o Ser Humano em sua senda evolutiva, ainda na Matéria, no Planeta Terra. Um homem que conseguiu entender o que é o Amor, já é um Homem sublime, inefável e quase inatingível pelas infelicidades humanas, pois já descobriu o Começo da Verdade, mas ainda não a conhece em toda a sua plenitude, o que só acontecerá quando atingir o nível 7. Logo você descobrirá isso. Dê um tapa nesse homem que aí vem chegando.</p>
<p>E o buscador pediu ao homem que parasse. Quando seus olhares se cruzaram, uma espécie de choque elétrico percorreu-lhe todo o corpo e uma sensação mesclada de amor, compaixão, amizade desinteressada, compreensão, de profundo conhecimento de quase tudo que se relaciona à vida e um enorme sentimento de extrema segurança encheu-lhe todo o seu ser.</p>
<p>- Bata nele! &#8211; ordenou o Mestre.<br />
- Não posso, Mestre, não posso&#8230;</p>
<p>- Bata nele! Faça um grande esforço, mas terá que bater nele! Nosso aprendizado só estará completo se você bater nele! Faça um grande esforço e bata! Vamos! Agora!</p>
<p>- Não, Mestre. Sua simples presença já é suficiente para que eu consiga compreender a futilidade de lhe dar um tapa. Prefiro dar um tapa em mim mesmo. Nele, porém, jamais!</p>
<p>- Bate-me &#8211; disse o Homem com muita firmeza e suavidade &#8211; pois só assim aprenderás tua lição e saberás finalmente porque ainda existem guerras na Humanidade.</p>
<p>- Não posso&#8230; Não posso&#8230;Não tem o menor sentido fazer isso&#8230;</p>
<p>- Então &#8211; tornou o Homem &#8211; já aprendeste tua lição. Quem, dentre todos em quem bateste, a ensinou para ti? Reflete um pouco e me responde.</p>
<p>- Acho que foram os três primeiros, do nível 1 ao 3. Os outros apenas a ilustraram e a complementaram. Agora compreendo o quão atrasados eles estão e o quanto ainda terão que caminhar na senda evolutiva para entender esse fato. Sinto por eles uma compaixão muito profunda. Estão de &#8220;muletas&#8221; e não sabem disso. E o pior de tudo é que não conseguem perceber que é até muito simples e muito fácil abandoná-las e que, no preciso instante em que as abandonarem, começarão a progredir. Era essa a lição que eu deveria aprender?</p>
<p>- Sim, filho meu. Essa é apenas uma das muitas facetas do Verdadeiro Aprendizado. Ainda terás muito que aprender, mas já aprendeste a primeira e a maior de todas as lições. Existe a Ignorância! &#8211; volveu o Homem com suavidade e convicção &#8211; Mas ainda existem outras coisas mais que deves ter aprendido. O que foi?</p>
<p>- Aprendi também que é meu dever ensiná-los para que entendam que a vida está muito além daquilo que eles julgam ser muito importante &#8211; as suas &#8220;muletas&#8221; &#8211; e também sua busca inútil e desenfreada por sexo, status social, riquezas e poder. Nos outros níveis, comecei a entender que para se ensinar alguma coisa para alguém é preciso que tenhamos aprendido aquilo que vamos ensinar. Mas isso é um processo demorado demais, pois todo mundo quer tudo às pressas, imediatamente&#8230;</p>
<p>- A Humanidade ainda é uma criança, mal acabou de nascer, mal acabou de aprender que pode caminhar por conta própria, sem engatinhar, sem precisar usar &#8220;muletas&#8221;. O grande erro é que nós queremos fazer tudo às pressas e medir tudo pela duração de nossas vidas individuais. O importante é que compreendamos que o tempo deve ser contado em termos cósmicos, universais. Se assim o fizermos, começaremos, então, a entender que o Universo é um organismo imenso, ainda relativamente novo e que também está fazendo seu aprendizado por intermédio de nós &#8211; seres vivos conscientes e inteligentes que habitamos planetas disseminados por todo o espaço cósmico. Nossa vida individual só terá importância mesmo, se conseguirmos entender e vivenciar este conhecimento, esta grande Verdade: &#8211; Somos todos uma imensa equipe energética atuando nos mais diversos níveis energéticos daquilo que é conhecido como Vida e Universo, que, no final das contas, é tudo a mesma coisa.</p>
<p>- Mas sendo assim, para eu aprender tudo de que necessito para poder ensinar aos meus irmãos, precisarei de muito mais que uma vida. Ser-me-ão concedidas mais outras vidas, além desta que agora estou vivendo?</p>
<p>- Mas ainda não conseguiste vislumbrar que só existe uma única Vida e tu já a estás vivendo há milhões e milhões, nos mais diversos níveis? Tu já foste energia pura, átomo, molécula, vírus, bactéria, enfim, todos os seres que já apareceram na escala biológica. E tu ainda és tudo isso. Compreende, filho meu, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.</p>
<p>- Mas mesmo assim, então não terei tempo, neste momento atual de minha manifestação no Universo, de aprender tudo o que é necessário ensinar aos meus irmãos que ainda se encontram nos níveis 1, 2 e 3.</p>
<p>- E quem o terá jamais, algum dia? Mas isso não tem a menor importância, pois tu já estás a ensinar o que aprendeste nesta breve jornada mental. Já aprendeste que existem 7 níveis evolutivos possíveis aos seres humanos, aqui, agora, neste Planeta Terra.</p>
<p>O autor deste conto conseguiu transmiti-lo, há alguns milênios, através da tradição oral, durante muitas e muitas gerações. O autor deste trabalho, ao ler esse conto, há muitos anos atrás, também aprendeu a mesma lição e agora a está transmitindo para todos aqueles que vierem a lê-lo e, no final, alguns desses leitores, um dia ensinarão essa mesma lição a outros irmãos humanos. Compreendes agora que não será necessário mais do que uma única vida como um ser humano, neste Planeta Terra, para que aprendas tudo e que possas transmitir esse conhecimento a todos os seres humanos nos próximos milênios vindouros? É só uma questão de tempo, não concordas, filho meu? Agora, se quem deste aprendizado tomar conhecimento e, assim mesmo, não desejar progredir, não quiser deixar de lado as &#8220;muletas&#8221; que está usando ou não quiser aceitar essa verdade tão cristalina, o problema e a responsabilidade já não serão mais teus. Tu e todos os demais que estão transmitindo esse conhecimento já cumpriram as suas partes. Que os outros, os que dele estão tomando conhecimento, cumpram as suas. Para isso são livres e possuem o discernimento e o livre arbítrio suficientes para fazer suas escolhas e nada tens com isso. Entendeste, filho meu?&#8221;</p>
<p>O autor desse blog aprendeu demais lendo essa parábola, e agora deseja compartilhá-la com todas as pessoas que, porventura, um dia entrarem nesse blog.</p>
<p>Que um dia todos nós possamos chegar ao sétimo nível evolutivo. Pois esse é o destino do Homem.</p>
<p>Fiquem com Deus!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/poderdainformacao.wordpress.com/348/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/poderdainformacao.wordpress.com/348/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/poderdainformacao.wordpress.com/348/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/poderdainformacao.wordpress.com/348/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/poderdainformacao.wordpress.com/348/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/poderdainformacao.wordpress.com/348/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/poderdainformacao.wordpress.com/348/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/poderdainformacao.wordpress.com/348/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/poderdainformacao.wordpress.com/348/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/poderdainformacao.wordpress.com/348/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/poderdainformacao.wordpress.com/348/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/poderdainformacao.wordpress.com/348/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/poderdainformacao.wordpress.com/348/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/poderdainformacao.wordpress.com/348/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poderdainformacao.wordpress.com&amp;blog=3009652&amp;post=348&amp;subd=poderdainformacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Por uma consciência cósmica</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Discurso sobre o Método &#8211; Parte 1</title>
		<link>http://poderdainformacao.wordpress.com/2010/07/31/discurso-sobre-o-metodo-parte-1/</link>
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		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 01:42:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielcintra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Experiências da vida]]></category>
		<category><![CDATA[INFORMAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[4shared]]></category>
		<category><![CDATA[cauda longa]]></category>
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		<category><![CDATA[método]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Como organizar os pensamentos que tinha? Foi com essa pergunta na cabeça que comecei e terminei minha monografia na faculdade. Na época, cursava comunicação social e estagiava no Programa de Engenharia de Transportes na UFRJ, tomando conta do laboratório de informática para os alunos do mestrado e do doutorado. Alguns de vocês já devem até [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poderdainformacao.wordpress.com&amp;blog=3009652&amp;post=163&amp;subd=poderdainformacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Como organizar os pensamentos que tinha?</strong></p>
<p>Foi com essa pergunta na cabeça que comecei e terminei minha monografia na faculdade.</p>
<p>Na época, cursava comunicação social e estagiava no Programa de Engenharia de Transportes na UFRJ, tomando conta do laboratório de informática para os alunos do mestrado e do doutorado.</p>
<p>Alguns de vocês já devem até saber sobre o que eu resolvi escrever, mas para quem não sabe o título da monografia era <em>“Vida Líquida na Web: O meio virtual influenciando o real”.</em> A partir daí vocês já devem ter uma ideia do tema, né?</p>
<p>Mas só a ideia mesmo porque o título já tem um problema logo de cara. <strong>Falta foco!</strong> (lembrou alguma coisa?)</p>
<p>Como o nome <em>“mono”grafia</em> já diz, era necessário ser bem mais específico, e confesso que, até então (felizmente ou infelizmente), era difícil pensar dessa forma. Graças a Deus, minha faculdade era mais flexível (ao seu jeito) nesse ponto.</p>
<p>Sobre a monografia não falarei muito aqui para não encher o artigo, mas quem quiser, é só pedir que mando o link. A importância dela para o artigo é que considero o período em que passei desenvolvendo-a como um divisor de águas.</p>
<p>Por conta da necessidade (quase que obrigatória) de estudar para que pudesse me formar, tive que pesquisar sobre o tema lendo livros, revistas, jornais, mas também pela Internet (claro, se pensarmos que ela era o objeto do meu estudo).</p>
<p>Só que acabei descobrindo que, mesmo tendo certa experiência, até mesmo facilidade, para mexer na ferramenta Internet, não sabia como pesquisar nela. Na verdade, não sabia como pesquisar.</p>
<p>Tentei buscar na memória a aula de metodologia da pesquisa que tive na faculdade, mas só me vieram à cabeça (e ao caderno), momentos em que aprendia como montar uma monografia.</p>
<p>Mas deixando isso de lado, percebi que teria que aprender na marra. Por isso, mergulhei nas águas virtuais da rede para tentar aprender ao mesmo tempo em que experimentava.</p>
<p>Hã&#8230;.mal sabia eu que estava seguindo o coelho o branco!</p>
<p>Através da Internet entrava no mundo do conteúdo. Nesse mundo, as vezes um tanto quanto nebuloso, descobri que diferentes versões de (quase) todas as histórias navegavam por suas águas, e provavelmente, vão continuar navegando o tempo que for necessário.</p>
<p>Só que esse mergulho também serviu para que eu pudesse vislumbrar a profundidade das águas navegadas. Mas como não podia perder meu foco ainda mais, decidi deixar de lado tudo o que não fosse relevante com o que estava estudando. Para minha mente limitada, já bastava as possibilidades, panoramas, perspectivas e expectativas que o tema apresentava.</p>
<p>Acho que com razão, pensava que poderia aplicar tanto a teoria quanto a prática de tudo o que aprendesse sobre esse tema, em minhas outras pesquisas futuras pela grande rede.</p>
<p>Mas voltando ao método, o primeiro passo que dei (sem saber) foi seguir a fórmula mais bem sucedida que conhecia. A do Google, e suas buscas por palavras-chave.</p>
<p>Em cada texto que lia, extraía algumas palavras que achava que poderiam me dar bons frutos numa busca pela Internet.</p>
<p>No entanto, ao aplicar esse método não só no mecanismo de busca do Google, mas também no Youtube, nas comunidades do Orkut, nos arquivos do 4shared, e outras tantas ferramentas que se baseiam nesse mesmo sistema, descobri a enorme cauda de informação que cada uma delas carregava consigo.</p>
<p>Tá, mas até aí nada de novo. O problema é justamente a partir desse ponto, pois se temos acesso a tudo, desde lixo até tesouros preciosíssimos, como podemos filtrar a informação da melhor maneira possível?</p>
<p>No Google ainda é difícil fazer, portanto, o que precisamos fazer é refinar as palavras do assunto que estamos pesquisando.</p>
<p>Usando palavras casadas o máximo que puder.</p>
<p>Mas já existem ferramentas como o Youtube que dão a possibilidade de filtrar os vídeos por total de visualizações, data em que foi adicionada, avaliações de usuários e até mesmo, de acordo com a relevância que determinado vídeo tem em relação às buscas que foram feitas antes.</p>
<p>No entanto, mais do que qualquer filtro tecnológico que pudesse existir, havia um filtro muito mais importante, o meu próprio.</p>
<p>E se quiser saber como eu desenvolvi esse filtro pessoal usando ferramentas e métodos que culminaram nesse blog e no projeto Onda Livre, recomendo que leia a segunda parte do discurso sobre método.</p>
<p>Até lá!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/poderdainformacao.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/poderdainformacao.wordpress.com/163/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/poderdainformacao.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/poderdainformacao.wordpress.com/163/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/poderdainformacao.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/poderdainformacao.wordpress.com/163/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/poderdainformacao.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/poderdainformacao.wordpress.com/163/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/poderdainformacao.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/poderdainformacao.wordpress.com/163/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/poderdainformacao.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/poderdainformacao.wordpress.com/163/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/poderdainformacao.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/poderdainformacao.wordpress.com/163/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poderdainformacao.wordpress.com&amp;blog=3009652&amp;post=163&amp;subd=poderdainformacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">danielcintra</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Projeto Bola na Rede</title>
		<link>http://poderdainformacao.wordpress.com/2010/07/09/projeto-bola-na-rede/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 17:01:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielcintra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade]]></category>
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		<category><![CDATA[projeto]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A ideia do projeto bola na rede nasceu um pouco depois de ter terminado minha monografia na faculdade.</p>
<p>Nessa época, já buscava formas de me livrar da obrigação de trabalhar para outros em empregos que não acreditava.</p>
<p>E quando entrei na pós graduação em gestão estratégica de Marketing Digital tinha a intenção de ir desenvolvendo-o até o final do curso. Até lá achava que já o teria refinado o suficiente para que ele pudesse atender realmente a necessidade que eu e outras pessoas tínhamos.</p>
<p>Pois o projeto tinha o objetivo de organizar, de uma forma mais interativa que seus concorrentes, grande parte das peladas do rio de janeiro.</p>
<p>Eu imaginei uma plataforma, em parte com as características do orkut, em parte com as do mercado livre, onde indivíduos pudessem se cadastrar para organizar peladas (eles próprios) nos campos de grama sintética e salão espalhados pela cidade.</p>
<p>Como o orkut, cada pessoa poderia ter o seu grupo de amigos e montar um perfil próprio. Só que esse perfil, além das informações básicas (nome, contato, bairro em que mora e outras coisas, foto) seria possível que o indivíduo montasse um perfil futebolístico, como a posição em que prefere atuar, o pé que chuta e outras informações que poderíamos copiar de qualquer game de futebol da atualidade.</p>
<p>Os campos cadastrados no sistema funcionariam como uma comunidade no orkut. Mas para não causar confusão, cada campo só poderia ser cadastrado uma única vez, diferente do que ocorre na rede social, onde encontramos várias comunidades sobre um mesmo tema.</p>
<p>Uma parceria com o estabelecimento poderia ser pensada também, pois assim, a um custo zero, eles poderiam se livrar da organização (as vezes feita em cadernos, por telefone, e que mesmo assim cometia erros ao marcar dois grupos para jogar em um mesmo horario) das peladas que ocorressem diariamente.</p>
<p>Dentro da plataforma, ao clicarmos em um determinado campo abriria uma nova página com as informações de contato (endereço, telefone, email) mas também nessa página, poderíamos saber quais horários estariam ocupados ou vagos num dia.</p>
<p>Mas a interatividade dessa parte não se restringiria a isso.</p>
<p>E só exemplificando para que até mesmo eu possa entender.</p>
<p>Digamos que eu queira jogar com um grupo de amigos num campo perto de onde a maioria mora, em algum lugar do Rio de Janeiro. Decidimos que o melhor horário é uma terça-feira a noite, talvez de 20:00 às 21:00, ou das 21:00 às 22:00.</p>
<p>Então parto para buscar um campo com esse horário disponível pelas redondezas. Atualmente, preciso ligar para os campos que tenho o telefone, ou sair pelas ruas para catar os que conheço.</p>
<p>Através dessa plataforma, os campos já estariam listados e organizados por bairros, ordem alfabética, ou qualquer outro filtro que quiséssemos implementar, e bastaria entrar no site para saber quais teriam esse horário disponível.</p>
<p>Quando acho o campo, reservo logo o horário. Mas aí começa o pulo do gato.</p>
<p>Ao reservar o horário, tenho a opção de colocar a lista dos jogadores que irão jogar nesse horário, e consequentemente, podemos informar se o grupo está completo ou se ainda falta pessoas para completarem. Diríamos que no meu caso estivesse faltando um jogador para completar a pelada.</p>
<p>A partir daí, e através dos mesmos mecanismos de buscas por filtros e palavras-chave, uma pessoa que queira jogar no mesmo dia e horário que a pelada que estaria organizando, poderia pedir para completá-la.</p>
<p>Isso dá oportunidade para que peladas se renovem, pessoas se  conheçam, e que o futebol seja jogado.</p>
<p>Mas como eu saberia se a pessoa é de confiança?</p>
<p>Através da reputação que a pessoa teria na comunidade. Igual ao mercado livre, onde podemos qualificar a transação que fizemos através de pontos positivos e negativos que medem a reputação (em números) da pessoa.</p>
<p>Além disso, podemos deixar comentários sobre a postura da pessoa em campo que irão ratificar a avaliação que fizermos das pessoas.</p>
<p>Portanto, se ela diz que vai nos jogos e não aparece, ou se arruma confusão à toa, poderemos avaliar a pessoa para que todos possam ver. Assim, quanto pior for a reputação da pessoa, mais difícil será para que ela consiga entrar nas partidas.</p>
<p>Falando como especialista da área de tecnologia, acredito que é possível construir um sistema desse molde. O próprio Google fornece essa tecnologia com o Google Agenda. E provavelmente ele poderia ser integrado à plataforma, em caso de ser dificil fazer algo assim por conta própria. Mas ainda assim penso que é mais do que possível, sendo até fácil para alguns, desenvolver uma ferramenta nesses moldes.</p>
<p>É claro que terão que existir regras e moderadores bem definidos para que a plataforma se torne eficiente da maneira que ela propõe. Mas isso pode ser feito só pensando um pouco sobre as interações que vão ocorrer pelo site, além das possíveis variáveis.</p>
<p>Mas o fato é que se for bem feito, essa plataforma seria quase que auto-organizadora, uma vez que seus próprios integrantes seriam os responsáveis por fazer com que a ferramenta continue sendo útil em suas vidas.</p>
<p>Por fim, se alguém estiver pensando o que faria um projeto desses gerar lucro, digo que a publicidade daria. (afinal, foi a área que me formei)</p>
<p>Qual marca esportiva não investiria uma parcela (pequena até) de sua quantia para publicidade em uma rede social com um público tão segmentado como esse?</p>
<p>Links ofertando bolas, camisas de time ou materiais esportivos poderiam aparecer em alguns momentos.</p>
<p>E isso é só uma parte de como a publicidade poderia ser utilizada para gerar receitas para os desenvolvedores do projeto.</p>
<p>Mas eu prefiro não dizer as outras formas com medo das pessoas se aproveitarem da ideia só para ganhar dinheiro.</p>
<p>Nesse caso, o dinheiro teria que vir como consequência de um serviço bem prestado.</p>
<p>Infelizmente, quando tranquei a pós graduação fiquei incapaz de desenvolvê-lo melhor, dando uma cara, e uma estrutura gráfica para ele. No entanto, possuo uns rascunhos feitos à caneta de como penso que seriam as páginas dessa plataforma.</p>
<p>Mas muita coisa ainda tá dentro da cabeça só esperando uma parceiro para trocar uma ideia mais detalhada sobre isso.</p>
<p>Não sei se vocês entenderam, mas eu consigo imaginar melhor ele agora.</p>
<p>Até mais!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/poderdainformacao.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/poderdainformacao.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/poderdainformacao.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/poderdainformacao.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/poderdainformacao.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/poderdainformacao.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/poderdainformacao.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/poderdainformacao.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/poderdainformacao.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/poderdainformacao.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/poderdainformacao.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/poderdainformacao.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/poderdainformacao.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/poderdainformacao.wordpress.com/202/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poderdainformacao.wordpress.com&amp;blog=3009652&amp;post=202&amp;subd=poderdainformacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A revolução do futebol</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 16:37:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielcintra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consciência]]></category>
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		<description><![CDATA[Nos outros artigos que escrevi sobre  futebol penso ter deixado claro o que sinto por esse esporte. Como muitos em nosso país, passei a infancia (e boa parte da adolescência) querendo ser um jogador de futebol. E se hoje em dia já não penso mais nisso (apesar de saber que poderia ser), continuo um apaixonado [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poderdainformacao.wordpress.com&amp;blog=3009652&amp;post=180&amp;subd=poderdainformacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos outros artigos que escrevi sobre  futebol penso ter deixado claro o que sinto por esse esporte.</p>
<p>Como muitos em nosso país, passei a infancia (e boa parte da adolescência) querendo ser um jogador de futebol.</p>
<p>E se hoje em dia já não penso mais nisso (apesar de saber que poderia ser), continuo um apaixonado pelo esporte, praticando-o nas peladas da cidade sempre que posso.</p>
<p>No entanto, nos últimos três anos, estive em contato direto com um esporte, também praticado com os pés, que me fez repensar o papel do futebol em nossas vidas.</p>
<p>Jogado tanto nas areias do Rio de Janeiro, quanto nas de Tel Aviv, mas também em qualquer lugar que dê para levantar uma bola, a altinha está revolucionando a arte com a bola nos pés.</p>
<p>Justamente por deixar que a arte flua sem que haja a competição entre times.</p>
<p>Em Ipanema, aprendi a admirar esse esporte que para mim era apenas uma brincadeira (até meio sem graça, já que a bola caía toda hora).</p>
<p><a href="http://poderdainformacao.files.wordpress.com/2010/07/ipanema19h59m.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-314" title="ipanema19h59m" src="http://poderdainformacao.files.wordpress.com/2010/07/ipanema19h59m.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>E apesar de continuar sendo uma brincadeira, acredito agora que ela represente muito mais do que a palavra quer dizer.</p>
<p>A inovação da altinha é colocar um grupo de pessoas interessadas em uma única coisa, manter a bola no ar.</p>
<p>E essas pessoas tem que trabalhar em conjunto, para que a bola permaneça em jogo.</p>
<p>Só que a medida que você vai praticando o esporte, e pegando entrosamento com os amigos que também jogam, a arte se torna ilimitada, passando, até mesmo, a ser estimulada (coisa que não anda acontecendo no futebol mercadizado de hoje).</p>
<p>O fato de não haver competição direta durante o jogo dá mais liberdade para que as pessoas experimentem novas técnicas de passe, domínio e outras improváveis e, as vezes, quase impossíveis.</p>
<p>Só que esse esporte também exige responsabilidade, ou mesmo consciência de que você não pode sair tentando fazer arte em qualquer hora. Em alguns momentos é preciso somente jogar a bola pro alto.</p>
<p>Tudo dependerá da vontade que você emprega ao tentar um movimento. E quanto mais acreditar que consegue, mais fácil pegará o jeito da coisa.</p>
<p>E eu digo, todos podem jogar. Homens, mulheres, velhos, crianças, gordo, magro, negro, branco, brasileiros e norte coreanos, todos podem jogar, e bem.</p>
<p>Como tudo na vida vai depender da prática. O ditado já diz, <em>&#8220;a prática leva à perfeição&#8221;</em>.</p>
<p><a href="http://poderdainformacao.files.wordpress.com/2010/07/dsc_2234.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-315" title="Eu e Carlinha" src="http://poderdainformacao.files.wordpress.com/2010/07/dsc_2234.jpg?w=300&#038;h=200" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Em Ipanema, infelizmente a prática do esporte tomou um duro golpe ao ser  proibida nas areias mais próximas da água (e portanto, mais frescas)  até as 17hrs da tarde, o que foi uma decisão justificada no verão por  causa da quantidade de pessoas e pela temperatura nitidamente mais alta do sol, que poderia causar algum mal àqueles que ficam muito tempo expostos curtindo o esporte. No entanto, estender essa imposição às outras estações do ano em todos os dias sem exceção (como andam fazendo ainda hoje) me parece, no mínimo, desnecessário.</p>
<p>A presença de guardas municipais na orla impedindo que o esporte seja realizado na beira da água em todos os dias faz parecer que o esporte é ilegal. E se a nossa sociedade é baseada em leis, me digam em qual lei está escrito que não pode jogar altinha na beira da água. Mas como disse antes, o bom senso diante de uma praia cheia deveria ser imperativo para que a prática fosse suspensa, mas não em todos os momentos.</p>
<p>Na certa, e talvez para acabar com essa imagem impopular que estão querendo incutir à arte, dentro em breve, veremos campeonatos dessa modalidade.</p>
<p>O diferencial desse esporte seria o fato de não haver confronto entre equipes. O futvôlei   já faz isso para os que curtem.</p>
<p>De alguma forma, a avaliação do jogo terá que ser feita por pontuação. Diria até uma pontuação   consensual de todos que jogarem o campeonato.</p>
<p>A formação mais   perfeita de jogo é o quadrado, ou cruz, feitas por quatro jogadores. Mas   isso não quer dizer que não possa haver bons jogos com dois, três,   cinco ou mais jogadores.</p>
<p>Só que com um quarteto, fica mais fácil   jogar, pois todos os lados do jogo estão cobertos.</p>
<p>Colocando uma   corda fazendo um círculo em volta dos jogadores, já teríamos o campo  de  ação da equipe.</p>
<p>Qualquer indivíduo da equipe pode até salvar a bola fora da linha,   contanto que dê o passe para dentro do campo novamente.</p>
<p>A partir daí a  forma  como se avaliaria as equipes é relativa e subjetiva para que eu  sozinho  tente chegar na melhor forma. As regras podem ser estipuladas  de acordo  com o consenso geral.</p>
<p>É claro que quem já joga futebol tem uma adaptação melhor à interação da bola no alto. E mesmo para esses a altinha é um excelente exercício, pois dá equilíbrio, tempo de bola, reflexo, domínio, concentração, entre outras coisas. Com o tempo, e o desenvolvimento da técnica, todas essas características  vão ficando mais apuradas. Eu sei disso porque senti a diferença que ela proporcionou ao meu jogo.</p>
<p>Quem não joga futebol, pode jogar altinha muito bem, e ainda assim continuar tendo pouco  intimidade com a bola rolando. Mas também, da mesma forma, ou até mais, poderá usufruir dos benefícios que o esporte traz.</p>
<p>Mas o fato é que todas tribos já estão jogando altinha na praia e em outros lugares. E a medida que vá se popularizando (o que é uma tendência natural) mais e mais adeptos vão descobrindo ou redescobrindo o esporte.</p>
<p><a href="http://poderdainformacao.files.wordpress.com/2010/07/pedromeyer_3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-316" title="Fonte: ipanema.blog.br" src="http://poderdainformacao.files.wordpress.com/2010/07/pedromeyer_3.jpg?w=300&#038;h=199" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>Não podemos dizer que o esporte tenha começado nas areias, mas é provável que na areia ele atinja todo o seu potencial, pois além de ser pública, ela dá liberdade para que a gente possa pular a vontade sem se machucar.</p>
<p>O importante é que a técnica se desenvolveu para virar arte, e agora a arte está se desenvolvendo para virar mágica.</p>
<p>Pois é mágica o que está acontecendo nas areias das praias da zona sul do Rio de Janeiro.</p>
<p>De tão avançada alguns já andam diminuindo o tamanho das bolas.</p>
<p>E talvez no futuro, nossas mentes estarão tão conectadas umas com as outras que não precisaremos nem mesmo de bolas.</p>
<p>Deixemos o futuro chegar então.</p>
<p>Fui!!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/poderdainformacao.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/poderdainformacao.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/poderdainformacao.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/poderdainformacao.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/poderdainformacao.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/poderdainformacao.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/poderdainformacao.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/poderdainformacao.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/poderdainformacao.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/poderdainformacao.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/poderdainformacao.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/poderdainformacao.wordpress.com/180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/poderdainformacao.wordpress.com/180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/poderdainformacao.wordpress.com/180/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poderdainformacao.wordpress.com&amp;blog=3009652&amp;post=180&amp;subd=poderdainformacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O carrosel da bola – Justiça seja feita</title>
		<link>http://poderdainformacao.wordpress.com/2010/07/02/o-carrousel-da%c2%a0bola/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 12:35:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielcintra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como muitos mundo afora eu também cresci acreditando que poderia me tornar um jogador de futebol. Carioca e morador do bairro de Vila Isabel, ainda carrego na lembrança o orgulho de ter jogado no antigo campo do América, que hoje deu lugar a um shopping na zona norte do Rio de Janeiro. Vascaíno então, senti [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poderdainformacao.wordpress.com&amp;blog=3009652&amp;post=207&amp;subd=poderdainformacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como muitos mundo afora eu também cresci acreditando que poderia me tornar um jogador de futebol.</p>
<p>Carioca e morador do bairro de Vila Isabel, ainda carrego na lembrança o orgulho de ter jogado no antigo campo do América, que hoje deu lugar a um shopping na zona norte do Rio de Janeiro.</p>
<p>Vascaíno então, senti o prazer de torcer pelo meu time nos anos 90.</p>
<p>Torcedor moderado que era (rs), não perdia uma oportunidade de zoar meus amigos que torciam pelos times adversários do Vasco, e que não tiveram (tantos) bons anos nessa década.</p>
<p>Essa época de ouro do meu time certamente contribuiu bastante para influenciar minha infância e adolescência, fortalecendo ainda mais meu vínculo com o futebol.</p>
<p>Mas então veio a virada do século e as coisas começaram, literalmente, a virar de ponta a cabeça.</p>
<p>Tanto para o time do meu coração quanto para a percepção que tinha do futebol profissional.</p>
<p>Da mesma forma que senti a felicidade de ver o Vasco campeão diversas vezes ao longo dos anos, agora tenho que sofrer as amarguras de vê-lo a beira do abismo por situações seguidas, completamente<em> &#8220;sem rumo e sem prumo&#8221;,</em> tomando atitudes que visam ainda corrigir efeitos antigos, mas nunca a causa deles.</p>
<p>No entanto, tenho que confessar que com o passar dos anos não fui um bom torcedor vascaíno. Mesmo em 2000, quando o Vasco conquistou seu último título importante, já demonstrava que meu interesse pelo futebol profissional diminuia, a medida em que os salários dos jogadores aumentavam. Lembro que no dia que o Vasco foi campeão estava assistindo a um show do Rock in Rio, e mesmo tendo ficado feliz com a notícia do campeonato, a emoção já não era mais a mesma de 97 e 98.</p>
<p>Mas quem poderia imaginar o que viria nos anos vindouros?</p>
<p>E assim, diante de frustrações seguidas de frustrações, o time começou a se despedaçar, tanto em  campo, quanto nos bastidores, culminando, no fim de 2008, no episódio mais  triste para a nação vascaína, o rebaixamento para segunda divisão.</p>
<p>Até aí tudo natural se considerarmos que o futebol propocia justamente isso. Um dia (ou uma temporada) o time vai bem, e na outra, outros times vão. Esse é o ritmo que marca a ascensão e queda dos clubes pelo Brasil e pelo mundo, razão do futebol ser tão interessante, ou uma <em>&#8220;caixinha de surpresa&#8221; </em>como preferem dizer alguns.</p>
<p>E quando esse episódio ocorreu não foi tão impactante como teria sido se tivesse acontecido alguns anos antes. Penso que já tinha um entendimento (ainda que não estruturado) que o Vasco teria que pagar pelos erros e excessos cometidos no passado.</p>
<p>Portanto, as consequências kármicas dos anos dourados da equipe cruzmaltina vieram com a virada do século, e os grandes excessos do time campeão da década de 90 (cometidos em sua grande maioria por aquele que não merece ser mencionado nesse artigo) começaram então a ser pagos.</p>
<p>Mas mesmo assim não deixou de ser triste.</p>
<p>Talvez, o pior nem tenha passado, pois agora o Vasco encara a ameaça de ser (re)rebaixado para segunda divisão novamente.</p>
<p>Diante de tantos problemas é até compreensível que parte da própria torcida vascaína deixe de acreditar no time, ficando conformada com toda situação.</p>
<p>No entanto, por mais que seja compreensível, não é o certo. Isso não pode acontecer com o time que carrega a cruz no peito.</p>
<p>Pensando em ajudar meu time, elaborei um projeto que apelidei inicialmente de Projeto Ubunto.</p>
<p>Ele seria uma estratégia online que, se bem feita, daria a chance do Vasco ser o pioneiro de uma nova visão do futebol profissional.<!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE                           &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;                                                                                                                                            &lt;![endif]--><!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:1; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-format:other; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:0 0 0 0 0 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-520092929 1073786111 9 0 415 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-fareast-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-fareast-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoPapDefault 	{mso-style-type:export-only; 	margin-bottom:10.0pt; 	line-height:115%;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --><!--[if gte mso 10]&gt; &lt;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:&quot;Table Normal&quot;; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:&quot;&quot;; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin-top:0cm; 	mso-para-margin-right:0cm; 	mso-para-margin-bottom:10.0pt; 	mso-para-margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:&quot;Times New Roman&quot;; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:&quot;Times New Roman&quot;; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} --> <!--[endif]--></p>
<p>Como imaginava que o time não teria dinheiro para investir em contratações de jogadores, desenvolvi o projeto com a intenção de fortalecer os bens mais preciosos que um clube pode ter, a sua base e a sua torcida.</p>
<p>Dei o nome de Projeto Ubuntu (uma homenagem à mãe África), pois coloca clube e torcida unidos, participando do mesmo processo através da Internet (minha área por formação). Mas como não quero estender demais esse artigo escrevi sobre ele nesse post aqui.</p>
<p>Entretanto, mais uma vez me deparei com medidas de curto prazo no futebol. Medidas essas que me pareciam uma repetição do mesmo filme, ou um <em>&#8220;deja vu&#8221;</em> futebolístico.</p>
<p>Nesse recesso da copa do mundo li as notícias das contratações vascaínas que finalizaram (acho eu) com a contratação do ex-ídolo vascaíno, flamenguista e tricolor, Felipe.</p>
<p>Mas antes que comece a falar queria deixar claro que não tenho nada contra o jogador e até gosto do estilo de futebol que ele joga, quando não está de chinelinho&#8230;.</p>
<p>O que tenho contra é ele ser recebido de helicóptero, com tapete vermelho, ganhando um salário que mesmo colocando por baixo ainda estaria alto para a realidade do clube, enquanto nós já sabemos a muito tempo que investimento real é feito na base, pois é lá que o clube encontra o seu valor.</p>
<p>Aqui no post, ele só exemplifica um problema que muitos outros (pela quantidade) expõem.</p>
<p>Um carrousel que gira, gira e não sai do lugar.</p>
<p>Essa é a minha visão do futebol profissional moderno.</p>
<p>E foi então que resolvi que, mesmo querendo que esse projeto   começasse a ser desenvolvido pelo meu clube do coração, não iria perder   tempo tentando colocar na cabeça de (dinossáuricos) dirigentes,   vascaínos ou não, essa ideia.</p>
<p>Que o Roberto Dinamite não me leve a mal,  eu o considero o maior  jogador que o clube já teve, e continuo achando  que ele pegou o Vasco  numa situação insustentável. Mas algumas ações de  sua diretoria  (principalmente em relação à técnicos) me fizeram  relembrar um passado  (negro) não tão distante assim. Uma época que o  Vasco tinha um dono,  que colocava seus amigos para trabalhar no clube.</p>
<p>Mas também sei  que esse problema não se restringe ao Vasco. Inúmeros clubes pelo mundo  sofrem desse coquetel mortífero que envolve má administração, ganância  de muitos que vivem nesse meio (inclusive jogadores), e políticas de  curto prazo, que visam apenas uma temporada, mas que colocam o clube  endividado para várias.</p>
<p>E é justamente por isso que espero que todos os clubes (do Brasil e do Mundo) possam se aproveitar desse meu projeto para tornar o futebol um esporte com mais dignidade.</p>
<p>Eu chamo de justiça divina o que vem acontecendo com o Vasco nos últimos anos. Mas da mesma forma, também é justo que o clube portador da cruz possa recuperar seu prestígio com um projeto visionário que poderia ser extendido a todos os outros clubes do mundo.</p>
<p>Basta acreditar!</p>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:261px;width:1px;height:1px;overflow:hidden;">Frustações após frustações e o time começou a se despedaçar, tanto em  campo quanto nos bastidores culminando, no fim de 2008, no episódio mais  triste para a nação vascaína, o rebaixamento para segunda divisão.</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/poderdainformacao.wordpress.com/207/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/poderdainformacao.wordpress.com/207/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/poderdainformacao.wordpress.com/207/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/poderdainformacao.wordpress.com/207/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/poderdainformacao.wordpress.com/207/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/poderdainformacao.wordpress.com/207/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/poderdainformacao.wordpress.com/207/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/poderdainformacao.wordpress.com/207/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/poderdainformacao.wordpress.com/207/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/poderdainformacao.wordpress.com/207/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/poderdainformacao.wordpress.com/207/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/poderdainformacao.wordpress.com/207/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/poderdainformacao.wordpress.com/207/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/poderdainformacao.wordpress.com/207/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poderdainformacao.wordpress.com&amp;blog=3009652&amp;post=207&amp;subd=poderdainformacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>O Carrossel da Bola</title>
		<link>http://poderdainformacao.wordpress.com/2010/07/01/consideracoes-sobre-o-maior-dos-esportes/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 01:36:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielcintra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[conjunto]]></category>
		<category><![CDATA[esporte]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[torcida]]></category>
		<category><![CDATA[vibração]]></category>

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		<description><![CDATA[O futebol não aprimora os caracteres do homem, mas sim os revela. Armando Nogueira Durante trinta dias o mundo parou para assistir a bola rolar. E durante trinta dias (e mais) eu escrevi sobre esse que é o esporte mais popular do planeta. Os textos se transformaram na série Carrossel da Bola, que começa com [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poderdainformacao.wordpress.com&amp;blog=3009652&amp;post=86&amp;subd=poderdainformacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:right;"><em>O  futebol não aprimora os caracteres do homem, mas sim os revela</em>.</p>
<p style="text-align:right;"><strong>Armando  Nogueira</strong></p>
<p>Durante  trinta dias o mundo parou para assistir a bola  rolar.</p>
<p>E durante trinta dias (e mais) eu escrevi sobre esse que é o esporte mais popular do planeta.</p>
<p>Os textos se transformaram na série Carrossel da Bola, que começa com esse artigo.</p>
<p>Nessa série, que consiste num sem números de artigos que postarei com o passar do tempo nesse blog, pretendo falar a respeito desse esporte que tanto amo.</p>
<p>Esperanças, ilusões, arte, paixões, decepções, revoluções, enfim, considerações de um jovem jogador, torcedor e amante anônimo que teve a oportunidade de expressar seus sentimentos por um esporte que fez e faz parte da vida dele e de tantos outros por aí.</p>
<p>Nessa época até  pessoas que não ligam muito para o esporte se tornam, de uma hora para  outra, especialistas futebolísticos.</p>
<p>Aqui no Brasil então! São 180  milhões de técnicos, cada um com a sua maneira de enxergar o jogo, mas  todos com a mesma paixão nacional pelo esporte que já faz parte do DNA do povo.</p>
<p>E claro que não é só aqui que o futebol arrasta multidões para ver 22 homens atrás (ou na frente) de uma bola. Por todo planeta diferentes povos vibram cada vez que vêem seus times ou seleções jogarem. Alguns são mais contidos e outros mais fanáticos, mas o que importa é que todos acreditam no esporte. Muitas pessoas (como eu) ficam ainda mais felizes quando estão elas mesmas jogando.</p>
<p>Então, quando a copa do mundo começa, <strong>nada mais importa.</strong> (copiei da Espn Brasil&#8230;rs)</p>
<p>Mas como explicar um esporte que faz com que traições sejam esquecidas; diferenças étnicas, políticas, culturais ou comerciais sejam postas de lado; e até mesmo guerras fiquem suspensas durante o período em que uma copa do mundo ocorre?</p>
<p>O que faz o futebol <em>&#8220;mercadizado&#8221;</em> de hoje, onde dinheiro vale mais que a identidade, onde o conjunto passou a ser valorizado, mas a arte começou a ser violentada, e ainda assim, ser um esporte que mexe tanto com os nossos brios, onde as emoções, volta e meia, ficam à<em> &#8220;flor da pele&#8221;</em>?</p>
<p>Quando se fala sobre futebol, as coisas são, no mínimo, contraditórias.</p>
<p>Talvez, o papel da torcida em todo esse universo futebolístico seja o começo e o fim de tudo isso.</p>
<p>É incrível o que se sente estando dentro de uma torcida quando ela realmente acredita em seu time.</p>
<p>Como vascaíno, vivi isso um pouco na década de 90, quando assistia aos jogos do vasco.</p>
<p>A vibração de uma torcida em um estádio de futebol é diferente de qualquer lugar no mundo.</p>
<p>Em questão de minutos, uma torcida pode ir do céu ao inferno. Nós mesmos sofremos dessa forma nessa última copa com a seleção brasileira, onde quarenta e cinco minutos de alegria se tornaram quarenta e cinco minutos de tristeza com o fim do jogo.</p>
<p>Só que às vezes são apenas segundos que fazem a diferença, e da mesma forma que um time vai do céu ao inferno, o outro vai do inferno ao céu em um curto espaço temporal. (Nem quero lembrar da final do carioca de 2001&#8230;rs)</p>
<p>Dentro do campo, o futebol é (bem) jogado nos quatro cantos do mundo. Só que cada cultura possui um modo diferente de jogar.</p>
<p>Por conta da globalização, é bem mais difícil enxergar como as diferentes escolas de futebol espalhadas pelo mundo atuam, uma vez que muitas vezes por conta da quantidade de jogadores estrangeiros atuando em um determinado país, essas escolas acabam agregando características das escolas em que esses jogadores se formaram. Assim, o esporte vai evoluindo ao misturar as diferentes técnicas empregadas por cada base futebolística.</p>
<p>A Espanha continua tendo o toque de bola como sua característica principal, mas ela teve que apurar seus outros fundamentos para se tornar campeã mundial pela primeira vez. Não é possível que ela tenha melhorado o seu futebol vendo características que jogadores estrangeiros demonstravam em seu campeonato espanhol?</p>
<p>E o que dizer da Alemanha, totalmente reformulada daquele futebol rígido que possuía, com jogadores nascidos em todos os cantos do mundo?</p>
<p>Com tantas características diferentes, quando olhamos o futebol como um<strong> todo</strong>, acredito que duas delas se destaquem das demais, <strong>o conjunto e a arte</strong>. Só que da mesma forma que o conjunto deve ter qualidade para que a arte possa sobressair, a arte deve ter responsabilidade justamente para não se sobrepor ao conjunto. Em outras palavras, o conjunto deve criar as condições para que a arte apareça, mas a arte não pode ser forçada em detrimento do conjunto.</p>
<p>Quando os jogadores de um time jogam em conjunto, um tentando auxiliar o outro, eles mesmos acabam se sentindo mais a vontade para tentar algo diferente. E a medida que as coisas vão dando certo vão ganhando mais confiança para tentar coisas novas.</p>
<p>E nós na torcida, assistimos assim a um talento nascer.</p>
<p>Mas é claro que quando o talento é dom, ele irá aparecer nas condições mais adversas, com times que não colaboram ou por serem ruins mesmos, ou por acharem que são muito bons.</p>
<p>Bem, já vou terminar esse artigo, mas outros já virão seguindo o rastro desse aqui.</p>
<p>Outros ainda tem que trabalhados para eu conseguir entender o que quero dizer.</p>
<p>Há ainda os projetos (2 pelo menos) que envolvem esse tema e que com o tempo também desenvolverei no blog.</p>
<p>As possibilidades são múltiplas, pois no carrossel da bola, todos os assuntos são possíveis, inclusive aqueles que fazem o carrossel girar, girar, e não sair do lugar.</p>
<p>Até mais galera,</p>
<p>Nos vemos por aí.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/poderdainformacao.wordpress.com/86/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/poderdainformacao.wordpress.com/86/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/poderdainformacao.wordpress.com/86/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/poderdainformacao.wordpress.com/86/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/poderdainformacao.wordpress.com/86/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/poderdainformacao.wordpress.com/86/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/poderdainformacao.wordpress.com/86/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/poderdainformacao.wordpress.com/86/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/poderdainformacao.wordpress.com/86/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/poderdainformacao.wordpress.com/86/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/poderdainformacao.wordpress.com/86/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/poderdainformacao.wordpress.com/86/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/poderdainformacao.wordpress.com/86/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/poderdainformacao.wordpress.com/86/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poderdainformacao.wordpress.com&amp;blog=3009652&amp;post=86&amp;subd=poderdainformacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>A era da correção (pelo menos para esse blog)</title>
		<link>http://poderdainformacao.wordpress.com/2010/06/22/a-era-da-correcao-pelo-menos-para-esse-blog/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 03:37:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielcintra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Só Pensando...]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[era da correção]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Eu prefiro ser, essa metamorfose ambulante&#8230; &#8230;do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.&#8221; Raul Seixas Tenho que confessar. No momento em que escrevia o texto do artigo Lá e de volta outra vez&#8230;outra vez!, e dizia que já sabia o que fazer com esse blog (de novo), me assombrava a ideia de que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poderdainformacao.wordpress.com&amp;blog=3009652&amp;post=172&amp;subd=poderdainformacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:right;"><em>&#8220;Eu prefiro ser, essa metamorfose ambulante&#8230;</em></p>
<p style="text-align:right;"><em>&#8230;do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.&#8221;</em></p>
<p style="text-align:right;"><strong><em>Raul Seixas</em></strong></p>
<p>Tenho que confessar.</p>
<p>No momento em que escrevia o texto do  artigo Lá e de volta outra vez&#8230;outra vez!, e dizia que já sabia o que  fazer com esse blog (de novo), me assombrava a ideia de que não teria  muito tempo para organizar tudo o que queria colocar aqui.</p>
<p>Isso  porque fui convidado para participar de um processo seletivo de um projeto de educação politécnica da UFRJ em Cabo Frio e já tinha aceitado.</p>
<p>Resolvi  unir o útil ao agradável, vindo para uma cidade mais calma, onde tanto  minha namorada, como meu melhor amigo moram (e ainda assim continuar no  Rio de Janeiro que tanto amo).</p>
<p>Os americanos diriam <em>&#8220;it`s a  win win situation&#8221;</em>.</p>
<p>No entanto, não poderia deixar de lado  nem o Projeto Onda Livre, nem esse blog (que mais uma vez tinha dito  que escreveria nele).</p>
<p>Para o Onda Livre, a oportunidade de  trabalhar em um projeto de educação alternativa vai me dar justamente a  base necessária para que possa tocar o projeto no futuro.</p>
<p>Tudo o  que aprender posso (e vou) utilizar para desenvolver ainda mais o  Projeto.</p>
<p>Bem, acho que os benefícios que essa oportunidade traz  consigo para o projeto são claros.</p>
<p>Mas o que fazer com esse blog?</p>
<p>Certamente  o tempo que tinha para pensar com calma em todas as possibilidades que  cada artigo envolve já era.</p>
<p>Então pensei: porque não colocar os  artigos como rascunhos públicos, e ir construindo todos eles com o tempo  ou com a percepção de que algo está errado e que tem que ser corrigido?</p>
<p><strong>Corrigir  um erro não é evoluir?</strong></p>
<p>Por isso, a partir de agora, quer  dizer, do post que veio antes desse, está inaugurada a era da correção.  Mas como está explícito no título, só posso afirmar que seja para esse  blog.</p>
<p>A ideia é que nenhum artigo que escrever (ou que já tenha  escrito) seja fixo.</p>
<p>Todos eles serão maleáveis, de acordo com a  necessidade de incluir, excluir ou corrigir alguma informação.</p>
<p>Dessa  forma, posso aumentar minha produtividade no blog e o fato do  artigo/rascunho estar publicado só vai estimular que eu escreva mais  sobre o que penso sobre ele.</p>
<p>Quero só ver onde isso vai dar? rs</p>
<p>Até mais!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/poderdainformacao.wordpress.com/172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/poderdainformacao.wordpress.com/172/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/poderdainformacao.wordpress.com/172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/poderdainformacao.wordpress.com/172/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/poderdainformacao.wordpress.com/172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/poderdainformacao.wordpress.com/172/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/poderdainformacao.wordpress.com/172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/poderdainformacao.wordpress.com/172/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/poderdainformacao.wordpress.com/172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/poderdainformacao.wordpress.com/172/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/poderdainformacao.wordpress.com/172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/poderdainformacao.wordpress.com/172/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/poderdainformacao.wordpress.com/172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/poderdainformacao.wordpress.com/172/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poderdainformacao.wordpress.com&amp;blog=3009652&amp;post=172&amp;subd=poderdainformacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Exodus</title>
		<link>http://poderdainformacao.wordpress.com/2010/06/22/negros-de-pe/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 02:53:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielcintra</dc:creator>
				<category><![CDATA[No Alvo!]]></category>
		<category><![CDATA[Consciência]]></category>
		<category><![CDATA[ignorância]]></category>
		<category><![CDATA[INFORMAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[negros]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>
		<category><![CDATA[steve biko]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante boa parte de minha vida estive afastado das minhas raízes africanas. Com &#8220;estímulos&#8221; vindos de todos os lados, o sonho do estilo de vida americano chegou cedo à cabeça de meus pais. E quem poderia dizer que eles estavam errados? Afinal, por conta do restrito fluxo de informação que havia nessa época, só parecia [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poderdainformacao.wordpress.com&amp;blog=3009652&amp;post=167&amp;subd=poderdainformacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante boa parte de minha vida estive afastado das minhas raízes africanas.</p>
<p>Com &#8220;estímulos&#8221; vindos de todos os lados, o sonho do estilo de vida americano chegou cedo à cabeça de meus pais. E quem poderia dizer que eles estavam errados?</p>
<p>Afinal, por conta do restrito fluxo de informação que havia nessa época, só parecia haver esse estilo de vida naquele tempo.</p>
<p>Éramos a típica família nuclear (um casal de pais e um casal de filhos), e até vivíamos bem, dentro da classe média que de vez em quando se dava a um luxo de viajar, ou ir a um restaurante mais fino.</p>
<p>O fato de morarmos em condomínio, junto com as escolas particulares que passei, contribuiu ainda mais para me manter distante do mundo real. Do mundo que como diria MV Bill,<em> &#8220;preto e pobre é parecido, mas não é igual&#8221;.</em></p>
<p>O próprio preconceito, tão comentado nos meios de comunicação tradicionais, eu fui pouco vítima. Mas mesmo assim não posso dizer que não tenha sofrido, muito mais do velado, do que do revelado.</p>
<p>Só que a vida (sempre ela) tratou logo de ensinar algumas importantes lições, e em meio a oscilações cambiais e crises conjugais, mostrou que não podia ser encarada sempre como brincadeira. O problema é que, infelizmente, na época eu já estava inserido demais na matrix, e por mais que soubesse de algumas de suas falhas, não tinha dimensão da totalidade que envolviam, e muito menos de como eu mesmo contribuía para que ela aumentasse mais.</p>
<p><em>&#8220;A ignorância é uma benção&#8221;</em>, dirão os fracos e opressores.</p>
<p>Mas mesmo diante disso, nunca poderei reclamar de minha juventude, principalmente se a comparo com a de bilhões de outros que não tiveram a mesma sorte que eu.</p>
<p>É bem verdade que essa bolha invisível propiciou amigos que carregarei para o resto da vida, me deu os recursos que eu precisava para buscar um conhecimento cada vez maior, e por fim, permitiu que a antiga cultura africana pudesse chegar à mim.</p>
<p>Mas ainda sinto que o preço cobrado por isso foi alto demais. Muito mais para outros do que para mim mesmo, que consegui ir me adaptando às necessidades e obstáculos que a vida (e eu mesmo) colocava em meu caminho.</p>
<p>Quantos de nós não teriam uma vida completamente diferente se fossem expostos desde cedo aos ideais de consciência negra que só descobri depois de velho?</p>
<p>Por mais de 20 anos me mantive afastado das raízes da minha terra, inconscientemente achando que esse povo não tinha raízes, origens, e nem mesmo uma cultura, estabelecidas.</p>
<p>Cego que estava não percebia que ninguém pode estabelecer isso, a não ser o próprio povo. E como eu não estava buscando na fonte, como poderia saber qualquer coisa a respeito?</p>
<p>Mas graças a Deus, à medida que a vida ia me ensinando suas lições, fui percebendo que toda a minha realidade estava encoberta como uma espécie de véu. Para os bons entendedores, um Véu de Ísis. Assim, aos poucos pude voltar minha atenção para toda essa cultura que estava se revelando diante dos meus olhos.</p>
<p>O resultado disso é esse artigo que a tanto tempo já venho querendo escrever. Ele é uma humilde tentativa de resgatar esse orgulho não só de ser negro, mas de ser humano. É um agradecimento a tantos que foram fortes o suficiente para resistir ao regime do opressor, da matrix. É um grito de liberdade para todas as minorias que só querem a autonomia de existir conforme suas tradições, sem realizar mal a ninguém.</p>
<p>Eu ainda conheço muito pouco dessa vasta cultura deixada por nossos antepassados, porém, o pouco que conheço já é digno de admiração. Infelizmente não havia abertura para que os valores africanos circulassem livremente. Mas como as Suas linhas tortas estão se alinhando novamente, é justamente nesses tempos sombrios, quando mais precisamos, que essas informações começam a chegar no consciente coletivo, sob inúmeras formas.</p>
<p>Muitas palavras dos grandes representantes da cultura africana já foram usadas um dia para revelar o sentimento do negro em relação ao seu opressor, que por muitos anos foi representado pela figura do branco. No entanto, essas palavras hoje em dia podem ser usadas por negros, brancos, velhos, jovens, homens, mulheres, religiosos, não-religiosos, socialistas, e surpreendentemente, até capitalistas, do oiapoque ao japão. Acima de qualquer discurso de diferença entre povos há o olhar do oprimido em relação ao seu opressor.</p>
<p>Como Martin Luther King Jr. bem disse, <em>“Injustiça em algum lugar é uma ameaça para a justiça de todos os lugares”.</em></p>
<p>A indústria da comunicação nazista pregava que uma mentira, dita por muitas vezes, tornar-se-ia verdade. E se a afirmação é absolutamente absurda, o mesmo não se pode dizer ao analisá-la relativamente. Dita muitas vezes, e por muito tempo, uma mentira acabará se tornando verdade dentro da cabeça daqueles que a ouviram. E isso foi o que aconteceu nos últimos séculos com a cultura africana.</p>
<p>Além do negro ter sofrido, em sua própria terra, a mão pesada do imperialismo, que o explorou o máximo que podia, para justificar tal atitude, criou-se o conceito de raças, e consequentemente, o racismo.</p>
<p>E se a dominação aparentemente acabou com o fim do apartheid, o legado mais cruel dessa época continuou sendo doutrinado nos quatro cantos do mundo.</p>
<p>A consequência de todo esse processo foi uma tentativa de inferiorizar tudo o que vinha do negro.</p>
<p>Ignorantes começaram a repetir coisas que nem entendiam, e aos poucos, essas ideias preconcebidas da cultura negra foram se entronizado na sociedade. Nas palavras de Steve Biko, um dos líderes da resistência ao apartheid africano, <em>“nossa cultura, nossa história, na verdade todos os aspectos da vida do negro foram danificados até quase perderem sua forma no grande choque entre os valores nativos e a cultura anlgo-bôer”</em></p>
<p>E assim, chegamos aos dias de hoje, onde muitos negros nascem e crescem sem ter um mínimo de contato com sua herança natural e cultural. Ao invés disso, ele aprende a se identificar com uma cultura que lhe estranha, uma vez que mais o exclui do que inclui.</p>
<p>No entanto, nas últimas décadas, negros do mundo todo vêm conquistando cada vez mais seus lugares ao sol.</p>
<p>Muitos souberam ultrapassar essa barreira racial que existia tornando-se exemplos de determinação e esperança. É bem verdade que esse espaço conquistado pelos negros só foi possível com muita luta e sangue derramado, porém, tudo isso era porque queríamos ser tratados como iguais, como irmãos, e não porque queríamos tomar o poder.</p>
<p>Muitos foram os negros que lutaram sim, mas sem usar da violência. Com ideias polêmicas para época sim, mas que só refletiam as angústias de ver todo um povo sendo maltratado ou inferiorizado.</p>
<p>Todos eles vêm mostrando que não razão do negro sentir vergonha de seu passado, e nem mesmo olhar a sua própria raça como inferior às outras. Pelo contrário, por tudo o que passamos, sabemos agora que não devemos cometer o mesmo erro daqueles que tentaram nos impor uma cultura que não é a nossa.</p>
<p>Como Thoreau, eu também me considero um cidadão do mundo e penso que posso aprender um pouco de cada cultura que estiver em contato, seja de que forma for esse contato.</p>
<p>Até porque, como li em algum lugar, <em>&#8220;quando se fala em cultura o centro está em toda parte&#8221;.</em></p>
<p>Religião e ciência já &#8220;provaram&#8221; que esse conceito de raças não pode ser aplicado a humanos, afinal somos uma raça, humana. Além disso, a diversidade da vida já deveria nos ter feito perceber o quão desvirtuadas são essas ideias preconcebidas.</p>
<p>Em todas as áreas de nossa sociedade o negro vem provando que não existe essa ideia de raça. Racismo são apenas palavras plantadas por outros, na mente de pessoas ignorantes.</p>
<p>Aos poucos essa imagem do povo negro vai se desvanecer, dando lugar a uma que brilhará eternamente em todos aqueles que ainda tiverem corações.</p>
<p>O padrão já começa a aparecer. Marcus Garvey profetizou. Bob Marley, cantou. Selassie, cumpriu. Martin Luther King Jr. ensinou. Nelson Mandela lutou. Mas Steve Biko, e muitos outros, morreram.</p>
<p>Em pleno apogeu do nacional-socialismo alemão Jesse Owens mostrou que era perfeitamente capaz de superar o dito ariano puro (doce ilusão) em provas olímpicas.</p>
<p>Pelé é o rei do maior esporte jogado na Terra e nós, brasileiros sim, mas filhos da África também, somos o expoente máximo do esporte.</p>
<p>De onde vem a base de muitas das músicas que escutamos hoje? E os artistas? Michael Jackson, Steve Wonder, Ray Charles. Sem falar no maior representante da cultura rastafári, e o maior dos negões, Bob Marley.</p>
<p>Estamos muito bem inseridos nas artes e nas ciências, e o legado de &#8230; e Milton Santos provam o que estou dizendo.</p>
<p>Por essa e outras razões é que o negro precisa se livrar desse pensamento de vítima. Ao nos sentirmos vítimas das circunstâncias, não podemos trabalhar aquilo que nos faz especial, o nosso propósito aqui, acabando por ficar presos a sentimentos negativos que não farão bem a ninguém.</p>
<p>Toda vez que um negro se ofende com algo que é dito a ele, acaba se rebaixando ao nível do agressor. Sei por conta própria que por muitas vezes é difícil, mas tente olhar essa situação de cima, e pense que a pessoa que o ofende não sabe o que está falando.</p>
<p>A parte aqueles que dizem que igualdade e liberdade são contraditórios na natureza, penso que da mesma forma que somos iguais no sentido de todos sermos seres humanos, e partilharmos da mesma fonte, também somos livres para exercermos a nossa individualidade. Nossa razão de SER.</p>
<p>Por isso, o êxodo a que me refiro no título do artigo, mais do que representar o êxodo de um grupo de pessoas para outro lugar, outra terra, ele representa uma transformação na forma como um grande grupo de pessoas percebe o mundo.</p>
<p>Juntos de nossos irmãos de cores diferentes, façamos uma raça de justos. Uma raça capaz de enxergar muito mais nossas semelhanças do que diferenças.</p>
<p>Nesses tempos de incertezas e inseguranças, onde a ignorância paira a solta dentro do homem, façamos então o caminho inverso. Busquemos o conhecimento, busquemos nos educar para que possamos discernir o bem do mal. Foi esse o caminho que nós, como um grupo, resolvemos trilhar. E creio que somente assim, poderemos voltar para o lugar que viemos. O lugar que merecemos.</p>
<p>Todavia, devemos tomar cuidado para que a simples obtenção de conhecimento não deixe nossa visão turva para o TODO que rege o universo e toda nossa realidade física. Do conhecimento à sabedoria há um grande vácuo, e um grande salto deve ser dado. E são nossas ações que vão determinar se já demos esse salto ou não.</p>
<p>Todos esses exemplos de grandes negros vêm a demonstrar que mais do que possível, é o nosso destino.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/poderdainformacao.wordpress.com/167/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/poderdainformacao.wordpress.com/167/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/poderdainformacao.wordpress.com/167/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/poderdainformacao.wordpress.com/167/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/poderdainformacao.wordpress.com/167/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/poderdainformacao.wordpress.com/167/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/poderdainformacao.wordpress.com/167/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/poderdainformacao.wordpress.com/167/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/poderdainformacao.wordpress.com/167/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/poderdainformacao.wordpress.com/167/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/poderdainformacao.wordpress.com/167/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/poderdainformacao.wordpress.com/167/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/poderdainformacao.wordpress.com/167/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/poderdainformacao.wordpress.com/167/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poderdainformacao.wordpress.com&amp;blog=3009652&amp;post=167&amp;subd=poderdainformacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Lá e de volta outra vez&#8230;&#8230;outra vez!</title>
		<link>http://poderdainformacao.wordpress.com/2010/06/15/la-e-de-volta-outra-vez-outra-vez/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 23:41:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielcintra</dc:creator>
				<category><![CDATA[INFORMAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Só Pensando...]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>

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		<description><![CDATA[“Eu ri novamente da minha pompa diária, da arrogância tacanha dos acadêmicos, da presunção do racionalismo, da impotência asseada das palavras em contraposição da riqueza bruta e dinâmica dos panoramas que inundavam meu cérebro.” Timothy Leary De volta outra vez aqui estou! De volta de uma viagem (experiência) pelos confins do nosso continente. De volta [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poderdainformacao.wordpress.com&amp;blog=3009652&amp;post=160&amp;subd=poderdainformacao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:right;"><em>“Eu ri novamente da minha pompa diária, da arrogância tacanha dos acadêmicos, da presunção do racionalismo, da impotência asseada das palavras em contraposição da riqueza bruta e dinâmica dos panoramas que inundavam meu cérebro.”</em><br />
<strong>Timothy Leary<br />
</strong></p>
<p>De volta outra vez aqui estou!</p>
<p>De volta de uma viagem (experiência) pelos confins do nosso continente.</p>
<p>De volta a esse blog, que por inúmeras vezes tentei manter certa constância nos artigos que publicava, e inúmeras vezes falhei em mantê-la.</p>
<p>De volta aos pensamentos e ideias que sempre inundaram minha mente, sem que eu tivesse a mínima condição (ou preparo) de controlá-los. Mas, pelo menos aqui, <strong>algo mudou</strong>. E se ainda não possuo preparo para controlar os movimentos dos meus pensamentos, penso que agora já posso dar vida a eles.</p>
<p>Mesmo aqui no blog, quantas não foram as vezes que tentei me habituar em escrever artigos nele? Mas sempre esbarrava no que queria escrever.</p>
<p><strong>Queria escrever sobre tudo, mas não queria escrever qualquer coisa</strong> (para isso já existem milhares por aí).</p>
<p>Na verdade, a minha intenção sempre foi escrever para me entender. Tudo o que viesse em conseqüência seria lucro.</p>
<p>Mas, por mais que eu tentasse, não conseguia me habituar a escrever periodicamente para esse blog. Então resolvi que iria tentar escrever um livro, e rapidamente formulei um título para ele.</p>
<p><em>Um Ensaio sobre Todas as Coisas!</em></p>
<p>Perceberam o problema logo de cara? De novo eu queria escrever sobre tudo (e agora era um livro&#8230;rs)!</p>
<p>Do livro propriamente dito, não consegui passar da introdução, no entanto, desenvolvi um método próprio que – não sabia na hora – mas acabou sendo fundamental para que conseguisse construir o que veio a seguir.</p>
<p>Através desse método (já falo mais dele), aprendi que não precisava me focar em uma única ferramenta. Era possível misturar várias delas, como o livro, o blog e outras, que não teria problema nenhum. Em outras palavras, <strong>aprendi que podemos pegar o que de melhor encontramos em cada ferramenta.</strong></p>
<p>Por isso, pensei em escrever no blog, o que escreveria no livro. Assim, cada artigo publicado no blog seria como um capítulo de um livro. Melhor, um capítulo interativo, pois através de links, posso criar sub-capítulos para eles quando quiser e, até mesmo, linkar capítulos que numa primeira vista não se relacionariam. <strong>O blog desfaz a necessidade de uma leitura linear</strong> (característica do livro) pelos seus capítulos, se é que me entendem!</p>
<p>Eu sei que textos grandes (outra característica própria do livro), lidos através de uma tela de computador, podem acabar cansando. Mas, se isso ainda é regra para muitas pessoas, existem aquelas exceções (como eu) que já leram livros inteiros num computador, ou imprimem livros e artigos que baixam da Internet. Além disso, escrevendo no blog, os textos ficarão disponíveis para quem quiser, e você não precisa ler todo o texto de uma só vez.</p>
<p>Se acharem o título interessante, leiam.</p>
<p>É claro que a linguagem do blog não precisa ser tão formal quanto a do livro, e espero que, com a prática, eu consiga chegar a um meio termo entre essas ferramentas, de modo que tantos os leitores de livros, quanto os de blog – mas, na verdade, eu mesmo – consigam entender (e achar interessante) as coisas que escreverei aqui.</p>
<p>Pois bem, em conseqüência desse turbilhão de idéias que passaram pela minha cabeça (e que provavelmente estou passando para a sua), consegui transformar em palavras muitos dos textos que compartilharei aqui.</p>
<p>Alguns deles já estão prontos e com o tempo vou postá-los aqui, outros, ainda faltam finalizar, então devem demorar mais.</p>
<p>Há o que estudar e trabalhar também, por isso, não posso me dedicar exclusivamente a escrever. E foi justamente com muito estudo que pude chegar ao meu trabalho atual.</p>
<p>Sempre tive vontade de trabalhar por minha conta, me livrando do trabalho forçado a que, muitas vezes, temos que nos submeter para pagar nossas contas.</p>
<p><strong>Queria trabalhar em algo que acreditasse. </strong></p>
<p>Confesso que mesmo me empenhando nos trabalhos por onde passei, com o tempo, acabava desanimando, uma vez que não encontrava aquele <em>&#8220;algo&#8221;</em> que me fazia acreditar no que estava fazendo.</p>
<p>Por isso sempre quis criar algo próprio, que pudesse trabalhar.</p>
<p>Até tive algumas idéias bem interessantes, mas elas sempre esbarravam nas grandes somas de dinheiro exigidas para criar algo. Mesmo visando a Internet, ainda existiam despesas gigantes (como servidor, banco de dados, sistema,&#8230;) e eu mal tinha dinheiro para o ônibus&#8230;rs.</p>
<p><strong>Então veio o Projeto Onda Livre.</strong></p>
<p>Como eu não quero aumentar ainda mais esse post, peço para darem uma olhada no site do Projeto, mas depois eu coloco um artigo mais pessoal sobre o que penso do projeto. Tenho que dizer que tentarei fazer o mínimo de divulgação desse blog no projeto, pois sei que algumas opiniões aqui podem não ser partilhadas por todos.</p>
<p>Mas, para mim, uma coisa é certa, se não fosse o projeto eu não estaria de volta tão cedo a esse blog.</p>
<p>Ele me deu uma causa para acreditar.</p>
<p>Como aquele jogo de ligar os pontos, que só quando você liga o último ponto que percebe o que estava ligando, ele me deu uma idéia do que fazer com tudo o que tinha aprendido durante todo esse tempo.</p>
<p>Então o meu blog pessoal (esse aqui mesmo) passou a ter sentido novamente.</p>
<p>O poder da informação, enfim, será usado para passar informação, mas quem vai decidir o que fazer com ela serão vocês mesmos.</p>
<p>Por fim, nesse primeiro texto pós-pós-retorno queria deixar claro que todos tem o direito de não concordar com o que falarei nos próximos artigos. Essa é apenas a minha visão do mundo, e mesmo assim, aprendi bem cedo – para ser mais exato lendo a série literária Torre Negra, de Stephen King – que <em>“uma mente finita não pode apreender o Infinito.” </em>Portanto, quem sou eu para dizer que possuo a Verdade Absoluta?</p>
<p>Quem estiver disposto para contra-argumentar qualquer coisa que escreverei aqui eu estarei disposto de ouvir. E mesmo sabendo que as vezes pode ser difícil reconhecer um erro, falo do coração que sempre me empenharei para reconhecê-lo, e acima de tudo, corrigi-lo.</p>
<p>Eu descobri o bem que isso faz, melhor, o bem que faz praticar o bem.</p>
<p>Mas isso é assunto para alguns capítulos.</p>
<p>Até mais!</p>
<p>Daniel</p>
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<p style="text-align:justify;"><em>“Eu ri novamente da minha pompa diária, da arrogância tacanha dos acadêmicos, da presunção do racionalismo, da impotência asseada das palavras em contraposição da riqueza bruta e dinâmica dos panoramas que inundavam meu cérebro.”</em> <strong>Timothy Leary</strong></p>
<p style="text-align:justify;">De volta outra vez aqui estou!</p>
<p style="text-align:justify;">De volta de uma viagem (experiência) pelos confins do nosso continente.</p>
<p style="text-align:justify;">De volta a esse blog, que por inúmeras vezes tentei manter certa constância nos artigos que publicava, e inúmeras vezes falhei em mantê-la.</p>
<p style="text-align:justify;">De volta aos pensamentos e ideias que sempre inundaram minha mente, sem que eu tivesse a mínima condição (ou preparo) de controlá-los. Mas, pelo menos aqui, <strong>algo mudou</strong>. E se ainda não possuo preparo para controlar os movimentos dos meus pensamentos, penso que agora já posso dar vida a eles.</p>
<p style="text-align:justify;">Mesmo aqui no blog, quantas não foram as vezes que tentei me habituar em escrever artigos nele? Mas sempre esbarrava no que queria escrever.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Queria escrever sobre tudo, mas não queria escrever qualquer coisa</strong> (para isso já existem milhares por aí).</p>
<p style="text-align:justify;">Na verdade, a minha intenção sempre foi escrever para me entender. Tudo o que viesse em conseqüência seria lucro.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas, por mais que eu tentasse, não conseguia me habituar a escrever periodicamente para esse blog. Então resolvi que iria tentar escrever um livro, e rapidamente formulei um título para ele.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Um Ensaio sobre Todas as Coisas!</em></p>
<p style="text-align:justify;">Perceberam o problema logo de cara? De novo eu queria escrever sobre tudo (e agora era um livro&#8230;rs)!</p>
<p style="text-align:justify;">Do livro propriamente dito, não consegui passar da introdução, no entanto, desenvolvi um método próprio que – não sabia na hora – mas acabou sendo fundamental para que conseguisse construir o que veio a seguir.</p>
<p style="text-align:justify;">Através desse método (já falo mais dele), aprendi que não precisava me focar em uma única ferramenta. Era possível misturar várias delas, como o livro, o blog e outras, que não teria problema nenhum. Em outras palavras, <strong>aprendi que podemos pegar o que de melhor encontramos em cada ferramenta.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Por isso, pensei em escrever no blog, o que escreveria no livro. Assim, cada artigo publicado no blog seria como um capítulo de um livro. Melhor, um capítulo interativo, pois através de links, posso criar sub-capítulos para eles quando quiser e, até mesmo, linkar capítulos que numa primeira vista não se relacionariam. <strong>O blog desfaz a necessidade de uma leitura linear</strong> (característica do livro) pelos seus capítulos, se é que me entendem!</p>
<p style="text-align:justify;">Eu sei que textos grandes (outra característica própria do livro), lidos através de uma tela de computador, podem acabar cansando. Mas, se isso ainda é regra para muitas pessoas, existem aquelas exceções (como eu) que já leram livros inteiros num computador, ou imprimem livros e artigos que baixam da Internet. Além disso, escrevendo no blog, os textos ficarão disponíveis para quem quiser, e você não precisa ler todo o texto de uma só vez.</p>
<p style="text-align:justify;">Se acharem o título interessante, leiam.</p>
<p style="text-align:justify;">É claro que a linguagem do blog não precisa ser tão formal quanto a do livro, e espero que, com a prática, eu consiga chegar a um meio termo entre essas ferramentas, de modo que tantos os leitores de livros, quanto os de blog – mas, na verdade, eu mesmo – consigam entender (e achar interessante) as coisas que escreverei aqui.</p>
<p style="text-align:justify;">Pois bem, em conseqüência desse turbilhão de idéias que passaram pela minha cabeça (e que provavelmente estou passando para a sua), consegui transformar em palavras muitos dos textos que compartilharei aqui.</p>
<p style="text-align:justify;">Alguns deles já estão prontos e com o tempo vou postá-los aqui, outros, ainda faltam finalizar, então devem demorar mais.</p>
<p style="text-align:justify;">Há o que estudar e trabalhar também, por isso, não posso me dedicar exclusivamente a escrever. E foi justamente com muito estudo que pude chegar ao meu trabalho atual.</p>
<p style="text-align:justify;">Sempre tive vontade de trabalhar por minha conta, me livrando do trabalho forçado a que, muitas vezes, temos que nos submeter para pagar nossas contas.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Queria trabalhar em algo que acreditasse. </strong></p>
<p style="text-align:justify;">Confesso que mesmo me empenhando nos trabalhos por onde passei, com o tempo, acabava desanimando, uma vez que não encontrava aquele <em>&#8220;algo&#8221;</em> que me fazia acreditar no que estava fazendo.</p>
<p style="text-align:justify;">Por isso sempre quis criar algo próprio, que pudesse trabalhar.</p>
<p style="text-align:justify;">Até tive algumas idéias bem interessantes, mas elas sempre esbarravam nas grandes somas de dinheiro exigidas para criar algo. Mesmo visando a Internet, ainda existiam despesas gigantes (como servidor, banco de dados, sistema,&#8230;) e eu mal tinha dinheiro para o ônibus&#8230;rs.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Então veio o Projeto Onda Livre.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Como eu não quero aumentar ainda mais esse post, peço para darem uma olhada no site do Projeto, mas depois eu coloco um artigo mais pessoal sobre o que penso do projeto. Tenho que dizer que tentarei fazer o mínimo de divulgação desse blog no projeto, pois sei que algumas opiniões aqui podem não ser partilhadas por todos.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas, para mim, uma coisa é certa, se não fosse o projeto eu não estaria de volta tão cedo a esse blog.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele me deu uma causa para acreditar.</p>
<p style="text-align:justify;">Como aquele jogo de ligar os pontos, que só quando você liga o último ponto que percebe o que estava ligando, ele me deu uma idéia do que fazer com tudo o que tinha aprendido durante todo esse tempo.</p>
<p style="text-align:justify;">Então o meu blog pessoal (esse aqui mesmo) passou a ter sentido novamente.</p>
<p style="text-align:justify;">O poder da informação, enfim, será usado para passar informação, mas quem vai decidir o que fazer com ela serão vocês mesmos.</p>
<p style="text-align:justify;">Por fim, nesse primeiro texto pós-pós-retorno queria deixar claro que todos tem o direito de não concordar com o que falarei nos próximos artigos. Essa é apenas a minha visão do mundo, e mesmo assim, aprendi bem cedo – para ser mais exato lendo a série literária Torre Negra, de Stephen King – que <em>“uma mente finita não pode apreender o Infinito.” </em>Portanto, quem sou eu para dizer que possuo a Verdade Absoluta?</p>
<p style="text-align:justify;">Quem estiver disposto para contra-argumentar qualquer coisa que escreverei aqui eu estarei disposto de ouvir. E mesmo sabendo que as vezes pode ser difícil reconhecer um erro, falo do coração que sempre me empenharei para reconhecê-lo, e acima de tudo, corrigi-lo.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu descobri o bem que isso faz, melhor, o bem que faz praticar o bem.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas isso é assunto para alguns capítulos.</p>
<p style="text-align:justify;">Até mais!</p>
<p style="text-align:justify;">Daniel</p>
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